SÃO ROQUE DO PARAGUAÇU

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Quase emancipado na década de 60 devido à sua posição estratégica na ligação de Maragojipe e região com Salvador, o distrito de São Roque do Paraguaçu retoma ano a ano sua posição de destaque. Se há meio século o que saltava aos olhos era o ponto de encontro entre o “Vapor de Cachoeira” e a Estrada de Ferro de Nazaré, menos de duas décadas depois, a vila chamava a atenção por abrigar o maior canteiro offshore da Bahia.

A produção seqüenciada de plataformas no distrito foi interrompida em meados dos anos 80, reduzindo o ritmo de crescimento da localidade, que hoje tem cerca de seis mil habitantes. A reativação do canteiro de obras de aproximadamente 400 mil m2 aconteceu apenas nos anos 2000, marcada pela primeira obra em regime de EPCI (sigla de Engenharia, Suprimento, Construção e Instalação em inglês) realizada no Brasil.

A escolha de São Roque do Paraguaçu para a construção das plataformas auto-elevatórias P59 e P60, sob responsabilidade do Consórcio Rio Paraguaçu, aponta para a consolidação do canteiro local, refletindo no progresso do distrito. Novos restaurantes, pousadas e outros pontos comerciais foram inaugurados ao longo de 2009, contribuindo para a mudança do perfil econômico do distrito, até então centrado na pesca, na agricultura de subsistência e no setor de serviços.

Apesar das mudanças, os traços culturais dessa vila situada às margens da unidade de conservação da Baía do Iguape continuam preservados, sendo notados especialmente nas suas datas festivas. A maior das festas locais acontece entre os dias 17 e 22 de agosto e rende homenagens ao padroeiro do distrito, São Roque.


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